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Valorize a gestão condominial adotando ações ESG

     Nunca se falou tanto em ESG. Seja como uma nova carreira, oportunidades de negócios e financiamentos sustentáveis, revisão do plano diretor das cidades ou ações que podemos fazer individualmente. Embora o conceito exista há duas décadas, começou a ganhar força na pandemia, a partir das exigências do mercado financeiro quanto ao engajamento das empresas nesse tema.

     Cientistas afirmam que estamos caminhando para uma situação muito complexa do ponto de vista do aumento da temperatura média do planeta e já falam em passar do limite considerado seguro, que é o aumento 1,5 grau celsius da temperatura do planeta, em dez anos.

     Além da urgência climática, especialistas apontam o crescimento de um tipo de consumidor mais atento a essa questão. Os millennials (Geração Y) valorizam a questão do propósito, da diversidade, do meio ambiente, da ética, da transparência - temas que vem na esteira desse conceito de ESG.

     Essa também é uma preocupação da Geração Z. Sustentabilidade e direitos humanos para a diversidade são questões de primeira importância para os nascidos entre 1995 e 2010.

     São exatamente esses dois grupos que demonstram maior intenção de comprar imóveis - e engordar as estatísticas do Censo Demográfico 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que mostra que 27 milhões de pessoas vivem em apartamentos, número que vem crescendo exponencialmente a cada ano.

     Um estudo realizado pela Brain Estratégia mostra que 37% dos jovens da Geração Z têm intenção de comprar um imóvel, ante 30% da Geração Y.

     Diante de tantas informações, os condomínios mais antigos começam a se adequar aos novos tempos, enquanto os empreendimentos mais recentes já são “nativos ESG”.

     Segundo a consultora Rosely Schwartz, autora do livro Revolucionando o Condomínio (Editora Benvirá), como o condomínio deve ser administrado como uma empresa, mesmo que sem a finalidade do lucro, o conceito ESG vem sendo incorporado à gestão condominial.

     “As práticas de desenvolvimento sustentável são um caminho sem volta em todos os níveis da sociedade, tornando-se estratégicas para a administração. Além da redução de custos a médio e longo prazos, implementar um projeto sustentável traz qualidade de vida e promove a valorização patrimonial”, afirma.

     Como implementar um projeto ESG?

     Antes de mais nada, é recomendável que o gestor faça um diagnóstico para verificar qual o nível de sustentabilidade do condomínio.

     No plano AMBIENTAL

     • Uso racional da água

     • Desempenho de energia

     • Descarte correto de lixo

    No plano SOCIAL

     • Dar boas condições de trabalho aos colaboradores

     • Cuidados com a privacidade e proteção de dados

     • Zelar para que exista no condomínio um ambiente de harmonia

     • Respeito mútuo na relação com os prestadores de serviço

    Na GOVERNANÇA

     • As palavras de ordem na gestão devem ser ética e transparência na prestação de contas

      • Conselho consultivo participativo e independente

     • Organização de assembleias produtivas

     • Criar e manter um canal eficiente de comunicação com os moradores

     • Respeito e transparência na relação com as empresas terceirizadas

     • Manutenções preventivas e corretivas, sempre no rigor de normas e leis

     A auditoria externa poderá ser usada como importante instrumento para avaliar a atuação dos gestores na condução da administração do condomínio, dando maior tranquilidade aos condôminos.

     Fonte: Rosely Schwartz - O Condomínio 

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     É comum que, por falta de suporte jurídico ou ausência de procedimentos claros na convenção do condomínio, muito síndicos tenham dúvidas sobre como a aplicação de multas contra condôminos ou possuidores que cometem atos antissociais, o que pode gerar a invalidade dessas cobranças.

     Para evitar problemas, é fundamental que os condomínios atualizem suas convenções, detalhando explicitamente como e quando as multas devem ser aplicadas, especialmente considerando que, em muitos casos, apenas a assembleia pode aprovar tais penalidades, o que demanda um quórum específico.

     Outra medida que deve ser tomada é a inclusão de cláusulas que incentivem o respeito ao direito de vizinhança e desestimulem a inadimplência pode ser um excelente investimento para promover a harmonia e reduzir dúvidas entre os condôminos.

     Quando a multa é corretamente aplicada, respeitando os direitos ao contraditório e à ampla defesa, o condomínio pode exigir seu pagamento juntamente com a taxa condominial. No entanto, a prática de condicionar o recebimento da quota ordinária ao pagamento da multa, ou se recusar a receber a quota separadamente, pode levar o condomínio a enfrentar processos judiciais, forçando-o a defender-se em ações de consignação em pagamento. Tal atitude pode, ainda, resultar na responsabilização do síndico, caso fique comprovado que agiu de má-fé.

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     A saúde mental é uma preocupação crescente em todo o mundo, e no Brasil não é diferente. De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 9,3% da população brasileira sofre com ansiedade e uma em cada quatro pessoas do país sofrerá com algum transtorno mental ao longo da vida. 

     Com o aumento das demandas diárias, pressões sociais e econômicas, a atenção à saúde mental tornou-se mais urgente do que nunca. Em um contexto profissional, como o da gestão condominial, a saúde mental ganha uma relevância ainda maior. 

     Para síndicos, que lidam com demandas complexas, é crucial equilibrar saúde mental e gestão condominial. As responsabilidades do síndico vão além da simples administração de um espaço físico; eles também são encarregados de mediar conflitos entre condôminos, gerenciar questões financeiras e manter a harmonia geral do condomínio. 

     Nesse cenário, o bem-estar mental do síndico desempenha um papel fundamental no sucesso e na eficiência da administração condominial. 

     Afinal, um síndico sobrecarregado emocionalmente pode não apenas prejudicar a sua própria saúde, mas também comprometer a qualidade de sua gestão, afetando a harmonia e o bom funcionamento do condomínio como um todo. 

     Portanto, é essencial implementar estratégias que priorizem o bem-estar mental do síndico. Continue lendo e descubra por onde começar! 

     Qual a importância da saúde mental para um síndico? 

     A importância da saúde mental para um síndico reside em diversos aspectos fundamentais para o bom desempenho de suas funções e para a qualidade da gestão condominial. 

     Em primeiro lugar, uma mente saudável capacita o síndico a lidar de forma eficaz com as demandas diárias e as complexidades inerentes à administração de um condomínio. 

     Tomar decisões ponderadas e encontrar soluções criativas para os desafios enfrentados requer clareza mental e equilíbrio emocional, ambos aspectos essenciais da saúde mental. Além disso, a capacidade de mediar conflitos entre condôminos de maneira imparcial e construtiva é crucial para manter a harmonia no condomínio. 

      Uma saúde mental equilibrada facilita a comunicação assertiva e a busca por soluções que promovam o entendimento e a cooperação entre os envolvidos. 

     Decisões relacionadas às finanças, manutenção e políticas do condomínio exigem análise cuidadosa e avaliação criteriosa por parte do síndico. Uma mente saudável é fundamental para avaliar opções, antecipar consequências e implementar medidas eficazes para o bem-estar coletivo dos condôminos. 

     Além disso, a profissão de síndico pode ser bastante estressante devido à constante pressão para resolver problemas diversos e atender às expectativas dos moradores. Priorizar a saúde mental ajuda o síndico a gerenciar o estresse de maneira saudável, reduzindo o risco de exaustão e burnout, e garantindo assim uma gestão mais sustentável no longo prazo. 

     Por fim, um síndico com saúde mental equilibrada é capaz de cultivar relacionamentos positivos com condôminos, fornecedores e demais profissionais envolvidos na administração do condomínio. 

     Essa habilidade de estabelecer e manter conexões interpessoais fortalece a confiança e a colaboração, elementos essenciais para o sucesso e a eficácia da gestão condominial. 

     Quais são as consequências de não cuidar da saúde mental? 

     A negligência da saúde mental por parte do síndico pode ter impactos consideráveis, tanto para ele próprio quanto para o condomínio que administra. 

     Essas consequências podem se manifestar de diversas formas: 

     Desgaste pessoal e profissional: A falta de cuidado com a saúde mental pode levar a um desgaste significativo do síndico, tanto pessoalmente quanto no exercício de suas funções. O estresse constante, a ansiedade e a exaustão emocional podem comprometer sua capacidade de lidar com as demandas do cargo e afetar sua qualidade de vida; 

     Decisões ineficazes: Problemas de saúde mental podem prejudicar a capacidade do síndico de tomar decisões claras e eficazes. Isso pode resultar em escolhas inadequadas ou mal planejadas, que podem ter consequências negativas para o condomínio e seus moradores; 

     Relacionamentos tensos: A irritabilidade, a falta de paciência e a dificuldade de comunicação decorrentes de problemas de saúde mental podem afetar os relacionamentos do síndico com os condôminos, fornecedores e outros envolvidos na administração do condomínio. Isso pode levar a conflitos interpessoais e dificultar a colaboração necessária para uma gestão harmoniosa; 

     Descuido das responsabilidades: A saúde mental debilitada pode levar o síndico a negligenciar suas responsabilidades administrativas, como o cumprimento das normas do condomínio, a manutenção das áreas comuns e a resolução de problemas emergentes. Isso pode resultar em insatisfação dos moradores e deterioração das condições do condomínio; 

     Impacto na reputação profissional: O desempenho prejudicado do síndico devido a problemas de saúde mental pode afetar negativamente sua reputação profissional. A falta de eficiência na gestão do condomínio pode minar a confiança dos moradores em sua liderança e prejudicar suas oportunidades futuras no ramo da administração condominial. 

     É essencial que o síndico reconheça a importância da saúde mental e busque apoio e recursos adequados para cuidar de seu bem-estar emocional e psicológico. 

     Isso não apenas beneficiará sua própria qualidade de vida, mas também contribuirá para uma gestão condominial mais eficaz e uma comunidade mais harmoniosa e saudável. 

     5 conselhos para síndicos que desejam priorizar a sua saúde mental 

     1. Estabeleça limites claros 

     Definir limites entre o trabalho e a vida pessoal é essencial para preservar a saúde mental do síndico. 

     Estabelecer horários específicos para lidar com as demandas do condomínio e reservar tempo para atividades pessoais e familiares ajuda a evitar o estresse excessivo e o esgotamento. 

     Além disso, comunicar claramente esses limites aos moradores e membros da equipe ajuda a garantir o respeito e a colaboração necessários para manter um equilíbrio saudável. 

     2. Pratique autocuidado regularmente 

     O autocuidado é fundamental para manter a saúde mental em dia. 

     Incorporar atividades de autocuidado na rotina, como exercícios físicos, meditação, momentos de lazer e hobbies, ajuda a reduzir o estresse e promover o bem-estar emocional. 

     Priorizar essas atividades é crucial para recarregar as energias e enfrentar os desafios do dia a dia com mais equilíbrio e resiliência. 

     3. Busque apoio e networking 

     Manter contato com outros síndicos e profissionais do ramo é uma excelente forma de obter suporte e compartilhar experiências. 

     Participar de grupos de networking, associações de síndicos ou fóruns online permite trocar ideias, buscar conselhos e aprender com os desafios enfrentados por outros profissionais.  

     Além disso, ter uma rede de apoio sólida pode ser extremamente reconfortante em momentos de dificuldade. 

     4. Aprenda a delegar tarefas 

     A sobrecarga de responsabilidades pode ser um dos principais desencadeadores de estresse para os síndicos. 

     Aprender a delegar tarefas e responsabilidades é fundamental para aliviar essa carga e evitar o esgotamento. 

     Distribuir tarefas entre membros da equipe, comissões de moradores ou profissionais terceirizados não apenas reduz o volume de trabalho do síndico, mas também promove a colaboração e o envolvimento da comunidade. 

     5. Busque ajuda profissional quando necessário 

     Se sentir que sua saúde mental está comprometida, é importante buscar ajuda profissional. Terapia, aconselhamento psicológico ou grupos de apoio podem oferecer suporte adicional e estratégias para lidar com questões emocionais. 

     Não hesite em procurar ajuda se sentir que está enfrentando dificuldades para lidar com o estresse, a ansiedade ou outros problemas relacionados à saúde mental. Cuidar de si mesmo é fundamental para garantir uma gestão condominial equilibrada e eficaz. 

     Fonte Townsq 

 

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Dicas de Gestão Condominial

      Você síndico(a) diante de tantos desafios, sabe como fazer uma ótima gestão? Não tem uma fórmula mágica, mas separamos algumas dicas podem ajudar você nessa tarefa.

     Veja:

  • Conheça bem o condomínio que você administra. Estude o regimento interno, a convenção, o histórico financeiro, as características físicas, as necessidades e os problemas do condomínio. Assim, você poderá tomar decisões mais assertivas e eficientes;
  • Faça um planejamento estratégico. Defina os objetivos, as metas, as ações e os indicadores de desempenho da gestão. Estabeleça um cronograma e um orçamento para cada atividade. Acompanhe e avalie os resultados periodicamente;
  • Mantenha uma boa comunicação com os moradores. Utilize os canais mais adequados para informar, orientar e esclarecer as dúvidas dos condôminos. Seja transparente, cordial e respeitoso. Promova reuniões e assembleias regulares e participativas;
  • Cuide da saúde financeira do condomínio. Faça uma gestão eficiente das receitas e das despesas do condomínio. Elabore um balancete mensal e um balanço anual. Cobre os inadimplentes de forma legal e ética. Busque economizar nos custos fixos e variáveis;
  • Invista na manutenção preventiva do condomínio. Faça uma vistoria periódica nas áreas comuns, nos equipamentos e nas instalações do condomínio. Contrate profissionais qualificados para realizar os reparos necessários. Siga as normas técnicas e de segurança;
  • Zele pela segurança do condomínio. Implemente medidas de prevenção e proteção contra riscos de incêndio, acidentes, furtos e invasões. Contrate uma empresa de segurança especializada e confiável. Oriente os funcionários e os moradores sobre as boas práticas de segurança;
  • Valorize os funcionários do condomínio. Selecione, treine e motive os colaboradores que trabalham no condomínio. Ofereça condições adequadas de trabalho, remuneração justa e benefícios atrativos. Reconheça o bom desempenho e corrija as falhas;
  • Promova a sustentabilidade no condomínio. Adote medidas que visam reduzir o consumo de água, energia elétrica e gás no condomínio. Implemente a coleta seletiva de lixo e incentive a reciclagem. Apoie iniciativas que preservam o meio ambiente;
  • Busque a harmonia entre os moradores. Resolva os conflitos de forma imparcial, pacífica e mediadora. Aplique as sanções previstas no regimento interno aos infratores das regras do condomínio. Estimule a convivência cordial, solidária e respeitosa entre os condôminos.

     A gestão condominial é um pilar fundamental para manter a harmonia, a segurança e o valor do patrimônio dos moradores. Com uma gestão bem-sucedida, você estará um passo à frente na busca por condomínios mais organizados e satisfeitos.

     Fonte Síndico Net

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     O número de pessoas morando em apartamentos cresceu nos últimos anos na cidade de São Paulo. Conforme dados do Censo 2022 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a maior capital da América Latina ganhou pouco mais de 426 mil novas unidades em 12 anos. Hoje, aproximadamente 3,3 milhões de pessoas moram em prédios.

     Para os próximos anos, a expectativa é de que a expansão vertical das moradias em São Paulo aumente ainda mais. Na zona norte da capital, mais precisamente em Pirituba, deve surgir um bairro inteligente, projetado para acolher 30 mil moradores ao longo de uma década.

     Com o aumento do número de pessoas morando em condomínios e construções cada vez mais tecnológicas, administrar esses espaços fica mais complexo, uma vez que todas as demandas aumentam, como o número de correspondências, encomendas, visitantes e prestadores de serviço. Por isso, torna-se crucial uma gestão eficiente da comunicação condominial.

     Um condomínio bem administrado passa por transparência dos gestores, comunicação eficiente, organização dos processos, preservação do patrimônio e segurança para os moradores. E tudo isso pode ser obtido com o uso da tecnologia.

     Para ajudar administradoras de condomínios e síndicos profissionais no desafio de gerir esses locais, existem ferramentas que tornam a vida em condomínio muito mais integrada. Um exemplo é o Gruvi, um aplicativo criado pela Superlógica, em conjunto com demais sócios, que melhora a experiência das pessoas com suas casas, condomínios e vizinhança.

     “O Gruvi foi desenvolvido para facilitar a vida dos moradores, administradoras e síndicos profissionais. A ferramenta possui funcionalidades como controle de acesso de portaria e vagas de garagem, gestão de encomendas, assembleia virtual, emissão de segunda via do boleto pelo próprio condômino, reserva de espaços como churrasqueira, salão de festas e quadras, entre outros autosserviços com autonomia de operação para os moradores”, explica André Baldini, Diretor de Negócios da Superlógica.

     Um condomínio com muitos moradores precisa ter regras e processos claros e bem comunicados para evitar problemas. Entre as principais normas, é importante definir como será a utilização de espaços comuns, como piscina, academia, brinquedoteca e petplace, por exemplo.

     Para que haja um convívio harmonioso entre moradores, síndico e administradora, as regras do condomínio devem ser aprovadas em assembleia e constarem no regimento interno. Ele deve ser enviado para todas as unidades e estar sempre disponível para consulta na administração do prédio. Neste aspecto, novamente a tecnologia pode ser uma grande aliada, uma vez que permite a realização de assembleias virtuais. Segundo um levantamento feito pela Superlógica durante a pandemia, em 2020 foram feitas mais de 32 mil assembleias digitais, que contaram com mais de três milhões de condôminos participantes.

     Fonte: Condomínio.News

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Gestão emocional para síndicos: Como desenvolver

     Condomínios são lugares onde pessoas totalmente diferentes acabam sendo obrigadas a dividir espaços e conviver. É perfeitamente normal que, vez ou outra, aconteçam alguns atritos, e é para evitar que essas situações se tornem corriqueiras e saiam de controle que entra em cena a gestão emocional para síndicos.

     “Existe legislação para praticamente todos os principais aspectos da vida em condomínio. O ideal, no entanto, é que todos os conflitos, na medida do possível, sejam resolvidos sem recorrer à Justiça” afirma o advogado Felipe Fava Ferrarezi, Presidente da Comissão de Direito Condominial da Subseção OAB/SC em Blumenau. E é nesse ponto que entra a gestão emocional, sobretudo, a do síndico.

     "Existe legislação para praticamente todos os principais aspectos da vida em condomínio. O ideal, no entanto, é que todos os conflitos, na medida do possível, sejam resolvidos sem recorrer à Justiça” afirma o advogado Felipe Fava Ferrarezi, Presidente da Comissão de Direito Condominial da Subseção OAB/SC em Blumenau. E é nesse ponto que entra a gestão emocional, sobretudo, a do síndico.

     O que é gestão emocional?

     Podemos entendê-la como a capacidade de identificar e lidar com os sentimentos envolvidos em cada situação, administrando-os positivamente.

     Isso permite que as melhores decisões sejam tomadas para que todas as partes se entendam.

     Quais os benefícios da gestão emocional

     A gestão emocional oferece diversos benefícios para o dia a dia condominial, tais como:

  • Tranquilidade para agir em situações de estresse;
  • Capacidade de foco no problema a ser resolvido;
  • Força para superar situações de tensão;
  • Entre outros.

     Gestão emocional para síndicos

     Uma boa gestão emocional é fundamental para que o síndico consiga desempenhar bem o seu papel. Para desenvolvê-la, é necessário:

  • Saber ouvir;
  • Ter uma boa comunicação;
  • Ter empatia pelos condôminos;
  • Incentivar feedbacks; 
  • Exercitar a paciência e não se deixar levar pelo calor do momento.
  • Gestão emocional é, sobretudo, um exercício de autoconhecimento.

     Um síndico bem-preparado emocionalmente consegue criar uma conexão com os condôminos, acalmar os ânimos e apresentar alternativas.

     “O único controle que eu tenho que assumir, e ter consciência que eu posso ter, é sobre o meu comportamento e sobre as minhas emoções. E eu preciso ter essa consciência, para gerenciar as minhas emoções nos momentos mais adversos para que realmente eu não perca o controle e consiga criar um ambiente harmonioso, positivo para conseguir resolver os problemas” explica a psicóloga Paula Bernstein.

     Essa habilidade se mostra extremamente útil em diversos momentos, como nas assembleias, onde é comum que aconteçam discussões e em situações de desentendimentos entre um ou mais condôminos, principalmente quando alguma regra é desrespeitada.

     Também é muito importante na hora de lidar com pessoas de fora do condomínio, como fornecedores e prestadores de serviço. Uma relação harmoniosa só traz vantagens para todos.

     “O oferecimento de um ambiente calmo, com a imposição de limites claros e justificados, em que se preserve o diálogo e o equilíbrio e se busque desenvolver a inteligência emocional contribui significativamente para alcançar o objetivo” acrescenta a psicóloga.

     Gestão emocional deve ser aplicada por todos
Mas se engana quem pensa que apenas o síndico precisa desenvolver sua gestão emocional. Manter a boa convivência no condomínio também é responsabilidade dos moradores.

     Por isso, é necessário que todos tenham consciência do seu papel como condôminos e conheçam bem seus direitos e deveres. A resolução pacífica deve ser sempre a primeira opção.

     “Por mais que o síndico seja o representante legal do condomínio, cada condômino tem sua parcela de responsabilidade na criação de um ambiente harmonioso e salubre. É importante que todos estejam dispostos a colaborar”, destaca Ferrarezi.

    De acordo com Bernstein, mais do que entender a importância da gestão emocional, é preciso colocá-la em prática para que ela se desenvolva. “É fundamental nos conscientizarmos que a gestão emocional não é uma consequência automática que os anos nos trazem. É preciso desenvolvê-la de maneira consciente, de dentro para fora, por meio da vontade, versatilidade e assertividade. A psicoterapia pode ajudá-lo a desenvolver essas habilidades.”

     Estas habilidades estão em voga e representam o que há de mais atual na profissionalização dos síndicos, a exemplo da Programação Neurolinguística (PNL), que pode contribuir para aprimoramento da comunicação condominial.

     “Nela, há o estudo e observação das formas de organização dos pensamentos, ações, ideias, e até mesmo a postura corporal do síndico que contribuirá positivamente na realização de assembleias e no atendimento aos moradores e funcionários” salienta Ferrarezi.

 

 

 

 

 

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Síndicos e os Desafios para 2024

     O ano chega cheio de esperanças para todos, e como já dizia o pensador “quem teve a ideia de cortar o tempo em fatias, a que se deu o nome de ano, foi um individuo genial. Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão”. Mas, o que a bela frase não nos mostra é que os velhos problemas ultrapassam o tempo se não forem resolvidos, o ano novo será apenas o dia seguinte com os mesmos velhos problemas. E os nossos condomínios têm mudado o perfil ao longo do tempo, de síndico morador a síndico profissional, de condomínios sem áreas de lazer para condomínios clube, de condôminos indiferentes ao que ocorria para gestões participativas, de prédios moradia para condomínios clube etc. Essas questões fizeram com que o síndico passasse a ter desafios cada vez maiores em sua gestão e que nem sempre estão preparados.

     O primeiro ponto é que o mercado tem se profissionalizado ao mesmo tempo que não consegue se desvencilhar de síndicos medíocres que insistem em permanecer no mercado e que como uma maçã podre comprometem o todo, fazendo com que síndicos sérios tenham que se esforçar para se destacarem.

     Ser síndico, além de ser uma vocação, exige tempo para a formação, não obstante não exista uma regulamentação ou um exame de proficiência oficial. Requer um tempo de maturação para que o profissional esteja pronto para operar no mercado. Abrir uma empresa, contratar uma assessoria de marketing e de imprensa, apenas aumentam a exposição desses pseudos profissionais, não os tornam preparados para operarem em um mercado que requer profissionalização.

     Além disso, a falta de uma associação de classe forte que defenda interesses dos síndicos e da área condominial, também dificultam essa formação. Estamos falando de um mercado sem entidades representativas, e as que aparecem têm o fim de monitorização e não de prestarem um serviço ao mercado.

     Outro ponto importante que traz preocupação é a escalada de violência que o país enfrenta e que infelizmente não tem políticas públicas claras e assertivas no combate ao crime organizado, trazendo uma escalada de criminalidade em todos os níveis em nosso país, de furtos a roubos, a crimes mais elaborados. E infelizmente a delinquência também foca nos condomínios, o que acarreta também em um problema de convivência, uma vez que as pessoas se trancam e se escondem dentro das grades dos condomínios, nem mais um passeio na rua é seguro com a quantidade de meliantes de bicicletas que praticam furtos de celulares ou de motoqueiros que cometem roubos à mão armada. Isso tudo muda o padrão de vida nas cidades e influencia diretamente no condomínio que passa a ter que administrar a vida mais intensa ente grades.

     O perfil das pessoas que habitam os condomínios em nosso país tem sido o condomínio autossuficiente, onde eu posso fazer a festa do meu filho, ir na academia, receber as minhas compras online, utilizar o mercado, sem sair de dentro do local em que moro, substituindo o passeio na rua, a ida ao parque, às lojas de rua, as crianças andarem de bike na rua, ir na banca, academias e outros.

     E o que tudo isso ensina é que o síndico precisa ser secretário de segurança do seu condomínio, secretário de eventos, relações públicas, cultura, infraestrutura, além de ter que saber lidar com a demanda cada vez maiores de moradores que querem os serviços no local e que não querem mais sair de casa.

     Os síndicos precisam gerir os problemas das crianças que não vão mais às ruas e que os pais ou os próprios prédios trazem monitores, brinquedos e afins para dentro dos condomínios. E junto com isso, o síndico precisa gerir o condomínio financeiramente, fazer reuniões de conselho, se preocupar com a LGPD, compliance, ações judiciais, formação e aprimoramento pessoal, plano diretor, AVCB, Nrs, entre outros.

     Estes são alguns dos desafios dos gestores condominiais para 2024, por isso, desejo uma boa sorte e um excelente ano.

     Fonte Universo Condomínio 

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     O papel do síndico é crucial na administração condominial, mas quais são suas atribuições sem depender da aprovação da assembleia? 

     Descubra neste post as ações que o síndico pode realizar autonomamente, desde manutenções emergenciais até questões administrativas. 

     Conheça os limites e as possibilidades que envolvem o cotidiano do síndico, proporcionando uma gestão eficaz e alinhada às necessidades do condomínio. Veja a seguir! 

     7 coisas que o síndico pode fazer sem a aprovação da assembleia 

  • 01: Gestão de funcionários 

     Demissões: O síndico tem autonomia para demitir funcionários, desde que não impacte negativamente as finanças do condomínio. Em casos de rescisões elevadas, a decisão pode ir à votação em assembleia; 

     Contratações: A contratação de pessoal segue a mesma lógica. Se os custos excederem a previsão orçamentária, ou se recursos de outras fontes forem necessários, a convocação da assembleia é imprescindível. 

  • 02: Cobrança de inadimplentes 

     O síndico pode cobrar devedores de maneira amigável, mas a contratação de uma empresa especializada em cobrança também é viável, podendo ser: 

     Garantida: com taxa aprovada em assembleia; 

     Extrajudicial: sem custo para o condomínio e sem necessidade de aprovação em assembleia. 

  • 03: Transparência nas finanças 

     O síndico pode compartilhar o número de unidades inadimplentes, mantendo a privacidade dos moradores. 

  • 04: Aplicação de penalidades 

     O síndico, seguindo o que está previsto na convenção, pode aplicar advertências e multas a moradores que desrespeitem as regras do condomínio. 

  • 05: Obras emergenciais 

     Em situações críticas, como vazamentos graves, o síndico pode executar obras emergenciais. 

     Se os custos forem elevados, a convocação de assembleia para prestar contas é necessária. 

  • 06: Acesso a unidades em casos de urgência 

     Em situações de emergência (vazamentos, fumaça, pedidos de ajuda), o síndico pode adentrar unidades, agindo rapidamente. 

     É sempre recomendável esperar ajuda profissional, mas a ação imediata pode ser crucial. 

  • 07: Mediação de conflitos 

     O síndico pode mediar conflitos entre moradores, desde que isso não afete sua imparcialidade necessária para uma mediação eficaz.

     Fonte: Townsq

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Gestão de pessoas requer atenção do síndico

     Saber lidar com pessoas é algo essencial para qualquer síndico. Afinal, ele irá tratar sobre assuntos diversos com condôminos e funcionários. Por isso, realizar uma boa gestão de pessoas em condomínio se tornou sinônimo de bom mandato por parte do síndico.

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     Como em qualquer cargo de responsabilidade, síndico deve estar preparado para crítica, fiscalização e cobrança dos moradores

     Responsável pela parte administrativa do condomínio, o síndico lida não apenas com elementos de contabilidade ou trabalhistas, mas principalmente com cobranças de moradores insatisfeitos com a atuação do gestor ou que somente cumprem a função de supervisionar a administração do imóvel. O problema, porém, é que em muitos casos as críticas extrapolam o bom senso e terminam no âmbito judicial.

     Estar preparado para cobrança é um dos deveres do síndico, que necessariamente tem de saber como contornar tais situações de maneira amistosa. Muitos deles não admitem ter o trabalho fiscalizado pelos condôminos. Outros ainda consideram a crítica como algo pessoal, quando a maioria das vezes está relacionada somente à gestão condominial.

     Realizar uma boa gestão de pessoas é parte fundamental de um mandato de síndico. Fique atento a atribuição de cada cargo, expediente e contratações.

     Saber lidar com pessoas é algo essencial para qualquer síndico. Afinal, ele irá tratar sobre assuntos diversos com condôminos e funcionários. Por isso, realizar uma boa gestão de pessoas em condomínio se tornou sinônimo de bom mandato por parte do síndico.

     E se os colaboradores são os principais responsáveis pelo bom andamento cotidiano do condomínio, já que são eles que estão na linha de frente de itens como limpeza, portaria, manutenção, segurança e zeladoria, saber gerir esses funcionários se torna parte fundamental de uma boa gestão condominial.

     Por Guilherme de Paula Pires - Viva o Condomínio

Portal Solicite

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 A inteligência emocional pode ajudar um síndico a lidar com os conflitos e desafios do condomínio e manter a sua gestão eficiente. Entenda mais neste artigo!

Marketing é razão ou emoção?

     A gestão condominial pode ser uma tarefa desafiadora, especialmente quando se trata de lidar com diferentes personalidades e emoções dos moradores do condomínio. Por isso, é importante que o síndico tenha a habilidade de inteligência emocional para lidar com as situações estressantes e manter a harmonia no condomínio.

     A seguir, vamos discutir como a inteligência emocional pode ajudar na gestão condominial e como lidar com o estresse de forma eficaz. Continue lendo!

   O que é inteligência emocional?

     A inteligência emocional é a capacidade de reconhecer e gerenciar as próprias emoções e as dos outros.

     Ela envolve habilidades como a empatia, a autorregulação emocional, a motivação e a comunicação efetiva. Por exemplo:

     Uma pessoa que sabe usar a sua inteligência emocional pode reconhecer quando está se sentindo estressada e encontrar maneiras saudáveis de lidar com esse sentimento. Ela também pode perceber quando outra pessoa está passando por um momento difícil e utilizar estratégias para encorajar, apoiar ou acalmá-la.

     A inteligência emocional pode ajudar a melhorar a comunicação, reduzir conflitos e estresse, aumentar a empatia e a compaixão e promover um senso de bem-estar geral.

   Como a inteligência emocional pode ajudar a controlar o estresse da gestão condominial

     A inteligência emocional pode ser uma ferramenta muito útil para ajudar os síndicos a controlar o estresse e a pressão da gestão. Veja como ela pode ajudar nesse aspecto:

  • Autoconhecimento: O primeiro passo para gerenciar o estresse é entender as suas próprias emoções e como elas afetam o seu comportamento. Com o autoconhecimento, você pode identificar os gatilhos que desencadeiam o estresse e trabalhar para reduzi-los;
  • Regulação emocional: A inteligência emocional também envolve a capacidade de regular as suas emoções. Isso significa que você pode aprender a controlar a sua resposta emocional ao estresse e evitar reações exageradas ou prejudiciais;
  • Empatia: Desenvolver empatia significa ser capaz de compreender as emoções dos outros. Isso é importante na gestão condominial, pois os gestores lidam com uma variedade de pessoas e situações estressantes. Ao entender as emoções dos outros, você pode responder de maneira mais eficaz e reduzir o estresse;
  • Comunicação eficaz: A inteligência emocional também envolve a capacidade de se comunicar de forma clara e eficaz. Ao aprender a se comunicar melhor, você pode evitar conflitos desnecessários e reduzir o estresse;
  • Resolução de problemas: Por fim, a inteligência emocional também pode ajudá-lo a desenvolver habilidades de resolução de problemas. Ao aprender a lidar com situações estressantes de maneira construtiva, você pode reduzir o impacto do estresse na sua vida pessoal e profissional.

    8 principais causas do estresse na gestão condominial

     O primeiro passo para lidar com o estresse da rotina de síndico, é identificar a origem dos problemas. Veja:

     Conflitos entre os moradores

     Entre as várias questões que podem causar estresse ao síndico, os conflitos entre moradores são um dos mais comuns.

     Seja por barulho excessivo, uso inadequado das áreas comuns ou problemas com animais de estimação, esses conflitos podem tornar a vida em condomínio bastante desconfortável e atrapalhar o trabalho do gestor.

     Uma conversa franca pode ajudar a encontrar uma solução que funcione para todos. No entanto, se a conversa direta não resolver o problema, é hora de buscar ajuda profissional, como os serviços de conciliação.

    A conciliação é uma ótima opção para conflitos que ameaçam se tornar legais, como disputas sobre propriedade ou danos à propriedade.

     O síndico não precisa resolver tudo sozinho e procurar ajuda externa não é sinônimo de uma gestão falha.

     Confusões nas reuniões de assembleia

     As últimas notícias do mercado condominial têm mostrado cada vez mais confusões durante as reuniões de assembleia. Muitas vezes, os moradores têm opiniões divergentes e não conseguem chegar a um consenso, o que pode levar a discussões acaloradas e até mesmo brigas.

     Além disso, a falta de organização pode tornar as reuniões ainda mais confusas.

     Se não houver uma pauta clara e bem definida, é possível que os moradores comecem a discutir assuntos que não são relevantes para a reunião, o que pode prolongar a duração da reunião e deixar o síndico ainda mais estressado.

     Para lidar com as confusões nas reuniões de assembleia, o síndico pode adotar algumas estratégias.

     Uma delas é estabelecer regras claras para a reunião, como tempo limite para cada fala e ordem de apresentação dos assuntos na pauta.

     Também é importante que o síndico mantenha a calma e a imparcialidade durante a reunião, agindo como mediador entre os moradores. Se necessário, ele pode suspender a reunião por alguns minutos para acalmar os ânimos e retomar a discussão de maneira mais produtiva.

     Gestão financeira

     Os problemas financeiros são uma das causas de estresse mais comuns na gestão condominial. Essa preocupação constante com o dinheiro do condomínio e com o nível de inadimplência da comunidade, pode afetar a saúde física e mental do síndico.

     Nestes casos, é muito comum que o síndico fique tão preocupado com os números, que acabe adquirindo um cansaço excessivo, insônia e, em alguns casos, até mesmo depressão e ansiedade.

     Por isso, é importante que o síndico utilize a sua inteligência emocional para equilibrar as necessidades do condomínio com as limitações financeiras, gerenciar as cobranças e garantir que os recursos existentes sejam utilizados de maneira eficiente.

     Uma administradora digital é uma solução que pode ajudar neste processo e diminuir a carga de trabalho do síndico.

     Obras e manutenções

     Manter o condomínio em boas condições é uma tarefa constante e muitas vezes cara.

     Problemas como vazamentos, falhas elétricas, problemas com elevadores e outros podem surgir a qualquer momento e exigir uma solução rápida do síndico.

     Por isso, esta tarefa pode se tornar estressante para o gestor, já que ele precisa sempre estar atento às manutenções periódicas e agir rapidamente em caso de manutenções emergenciais.

     Em todo caso, o ideal é criar um calendário e manter a organização das manutenções em dia, evitando demandas de última hora.

     Sobrecarga de trabalho

     Quando pensamos em um síndico, geralmente, a imagem que vem à cabeça é a de um senhor trabalhando em uma mesa lotada de papéis, estresse e dor de cabeça.Infelizmente, esta imagem é mais comum do que gostaríamos.

     E isso ocorre, principalmente, por conta da sobrecarga de trabalho exigida ao síndico, que precisa ligar com muitas tarefas e atribuições de última hora, mesmo fora do horário de expediente.

     O resultado disso é um síndico que não sabe dizer “não” e acaba colocando em risco a sua saúde e a qualidade do trabalho, em prol da realização das tarefas.

     A solução nestes casos é determinar os limites das suas atribuições como síndico, manter a comunicação clara com os moradores, evitar centralizar as demandas no WhatsApp e passar a delegar mais as suas funções.

   5 práticas diárias para aumentar a sua inteligência emocional

    Um síndico com alta inteligência emocional é capaz de lidar com conflitos, tomar decisões e liderar de forma mais eficaz. Veja cinco práticas que podem ser adotadas diariamente para aumentar sua inteligência emocional.

     Autoconhecimento

     Um síndico deve estar ciente das suas próprias emoções e como elas afetam o seu comportamento e decisões. É importante reservar alguns minutos do dia para refletir sobre os seus pensamentos.

     Para isso, pode ser útil manter um diário emocional para registrar essas reflexões e identificar padrões em seu comportamento emocional ou fazer terapia com um profissional.

     Empatia

     Um síndico deve ser capaz de entender e se colocar no lugar dos outros. Isso envolve ouvir ativamente, prestar atenção às emoções e demonstrar compaixão. Uma maneira de praticar a empatia é fazer perguntas abertas e ouvir atentamente as respostas. Também é importante reconhecer as emoções dos outros e responder de forma apropriada.

     Comunicação

     A comunicação é fundamental para um síndico eficaz e envolve mais do que apenas transmitir informações. Um síndico com alta inteligência emocional é capaz de comunicar de forma clara e concisa, enquanto também é sensível às emoções dos outros. É importante lembrar que a comunicação é uma via de mão dupla e que o síndico deve estar disposto a ouvir e responder às preocupações dos moradores.

     Gerenciamento de estresse

     Um síndico com alta inteligência emocional é capaz de gerenciar o estresse diário de forma eficaz. É importante identificar os gatilhos de estresse e desenvolver estratégias para lidar com eles. Isso pode incluir exercícios de respiração, meditação ou outras atividades relaxantes.

     Flexibilidade

     Um síndico com alta inteligência emocional é capaz de se adaptar às mudanças e lidar com situações imprevistas de forma eficaz. É importante ser flexível e estar disposto a considerar diferentes perspectivas. Isso pode envolver ser aberto a novas ideias ou mudar de rumo quando necessário.

     Adotar essas práticas diárias pode ajudar um síndico a aumentar a sua inteligência emocional e se tornar um líder mais eficaz. No entanto, caso seja necessário, é importante procurar ajuda externa, como um psicólogo, para auxiliar a sua rotina.

      Fonte: Townsq

 Condominial News
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     A organização é um dos fatores que fazem a diferença para uma gestão de sucesso.

     Tendo isso em vista, lidar com inúmeras tarefas, responsabilidades, estar atento aos prazos de contratos, datas previstas para manutenções, datas de futuras reuniões de assembleia dá muito trabalho.Além disso, são tarefas que exigem muito cuidado e atenção.

     Por isso, se em 2022 você não soube por onde começar, acabou se atrapalhando e como todo mundo também prometeu que em 2023 seria diferente, você está no lugar certo.

     Para ajudar na organização da gestão condominial fizemos um checklist para o síndico com tarefas que devem ser realizadas no início do ano.

     Se você começar 2023 seguindo o nosso checklist, tenho certeza que a sua gestão terá tudo pra ser um sucesso!

     Então veja abaixo algumas dicas que preparamos.

     Checklist para o Síndico

  • Fazer o balanço do ano de 2022
  • Fazer uma previsão orçamentária para 2023
  • Organizar todas as contas do condomínio
  • Marcar assembleia geral ordinária para prestação de contas
  • Fazer uma lista com as escalas de férias dos funcionários
  • Checar os contratos do condomínio com a administradora e os prestadores de serviços (datas de vencimentos)
  • Verificar a validade do certificado digital Agendar todas as manutenções periódicas necessárias (limpeza da caixa d’água, antenas, elevadores, etc)
  • Reforçar a segurança do condomínio
  • Reforçar aos condôminos o horário e o regulamento para uso da área de lazer
  • Fazer campanhas dentro do condomínio para reduzir o número de inadimplentes
  • Checar o vencimento da apólice de seguro condominial
  • Organizar documentos para declaração de imposto de renda do condomínio
  • Fazer uma pesquisa de satisfação sobre a administração
  • Solicitar atualização de dados dos moradores.

     Fonte: Pactonet

Condominial News

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     A Importância da Profissionalização da Gestão Condominial é o tema da Masterclass Capacitar Condominial. Em continuidade ao programa de Capacitação Condominial, a masterclass é recheada de conteúdo didático e informativo com grandes especialistas do ensino condominial do Brasil, abordando temas como:

  • Sustentabilidade,
  • Gestão Condominial Profissional,
  • Engenharia Condominial,
  • Saúde Emocional do Síndico e da Equipe,
  • Liderança e a Produtividade do Trabalho em Equipe,
  • Legislação Condominial e muito mais.

     Na coordenação de cada aula estarão a diretoria da escola Condominial.

     O início das aulas acontecerá em formato EAD às 19:00hr, com transmissão em tempo real por meio do aplicativo ZOOM.

     Confira abaixo a programação e coloque na agenda!

    28 de Junho

  • 19:00hr – Abertura da Masterclass Capacitar Condominial  
  • 19:10 hr - Roberta Lucena: Empatia na Prática
  • 19:40 hr - Eduardo Bessa: Gestão Financeira Condominial, Auditoria e Aplicação do Complaice
  • 20:10 hr - Ricardo Ferreira: Sustentabilidade, Qualidade de Vida e Inclusão
  • 20:40 hr - Edilson Cardoso: Campanhas e Eventos Condominiais

     30 de Junho

  • 19:00 hr - André Freitas: "Eu" "Tu" e "Nós"
  • 19:40 hr - Alládio Teixeira: Responsabilidade e Atribuições da Função
  • 20:10 hr - Caio César Mota: A Responsabilidade Civil e Criminal do Síndico, a Legislação Condominial
  • 20:40 hr - Karlla Sabbag: Profissional em Alta Performance, Desenvolvimento e Trabalho em Equipe
  • 21:10 hr - Rusci Furtado: Gestão Condominial Liderança e Produtividade

      Para participar e receber o certificado da Masterclasses, bem como os sorteios de bolsas para os cursos de Gestão Condominial Profissional, Gerência Condominial, Zeladoria Condominial, Portaria Condominial e Serviços Gerais da Escola Condominial não deixe de adquirir o seu passaporte para o programa Multidisciplinar Capacitar Condominial.

Evento: MASTERCLASS – CAPACITAÇÃO CONDOMINIAL

Tema: “A Importância da Profissionalização da Gestão Condominial”

Local: Via aplicativo zoom

Data: 28 e 30 de junho de 2021

Horário: 19:00

https://bit.ly/MatricularAqui

Mais informaçõeshttps://bit.ly/MatricularAqui: 62 3594-1790

WhatsApp: 62 99141-1003

E-mail: escolacondominial@gmail.com

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Síndica suspeita de mandar matar o vizinho

      Priscilla de Oliveira, que administra um condomínio na Barra da Tijuca, foi presa por suspeita de envolvimento na morte do empresário Carlos Eduardo Monttechiari. Polícia afirma que supervisor do edifício e amante de Priscilla, Leonardo Lima, efetuou os disparos.

Um cartão de aniversário falando de Deus, de paz, seria apenas uma prova de amor se não fosse também uma das provas de um crime. O destinatário da carta foi preso pela polícia nesta terça-feira (16) na Barra da Tijuca, na Zona Oeste, quando tentava fugir.

      Leonardo Lima, supervisor do condomínio de luxo London Green, foi quem recebeu o cartão e teria um relacionamento amoroso com a síndica do lugar, Priscilla de Oliveira. Ela é acusada de mandar matar Carlos Eduardo Monttechiari por desavenças no condomínio.

      Segundo moradores do local, Priscilla andava muito incomodada com ele. Os dois tinham uma desavença declarada.

      “Ela teria dito por várias vezes: 'olha, eu preciso matar esse cara, eu preciso matar esse cara'”, disse o delegado Renato Carvalho, que investiga o caso.

      Carlos Eduardo já tinha sido síndico entre 2014 e 2017 e andava desconfiado dos gastos excessivos do condomínio. Segundo a polícia, ele tinha descoberto que a síndica estava fraudando contratos e desviando dinheiro das contas do prédio. Ele anunciou aos moradores que ia denunciar tudo numa reunião marcada para o dia 5 de fevereiro. Mas no dia 1º, ele foi assassinado.

      “A vítima descobriu, através de vários elementos, de notas fiscais falsas, fantasmas, e fraudulentas que estava sendo desviado por volta de mais de R$800 mil do orçamento do condomínio”, explicou o delegado.

 O crime

      O crime foi flagrado por câmeras de segurança. As imagens mostram o carro do assassino parado em frente a um depósito de gás, na Vila Cosmos, Zona Norte do Rio, e toda a ação. Ele desce, caminha até o carro do empresário e atira.

      O bandido foge, entra no carro pelo lado do carona e vai embora. Carlos Eduardo chegou a ser levado para o hospital, mas morreu um dia depois.

      As imagens da câmera de segurança foram fundamentais para solução do caso. Como o bandido fugiu sem levar nada, a polícia descartou a hipótese de latrocínio.

      A polícia descobriu ainda que o veículo usado no crime pertencia a Leonardo Lima, funcionário do condomínio e que tinha um caso com a síndica. As cartinhas e mensagens escritas por ela ajudaram a polícia a confirmar a relação.

     “A nossa linha de investigação leva em consideração o assassinato do Carlos em virtude de uma insatisfação com a namorada do autor, a síndica”, diz o delegado.

     Priscila foi presa nesta terça-feira (16), no condomínio. O advogado de defesa disse que a síndica não teve participação no crime. “Com certeza vai ficar concluído que ela não tem participação alguma. Foi uma atitude isolada do Leonardo, que se porventura realmente ele cometeu, mas ela não contribuiu para isso em momento algum”, disse Norley.

     Quando foi interceptado na Avenida das Américas, Leonardo dirigia o mesmo carro usado no dia do crime. O veículo estava modificado, mas o amassado na lateral era o mesmo das imagens do flagrante. A Polícia Civil ainda investiga quem é o comparsa que estava no carro com Leonardo no momento do crime. Leonardo Lima confessou o crime aos policiais. Ele disse que foi influenciado pela síndica, Priscilla de Oliveira.

Defesa

     A defesa da síndica de um condomínio no Rio suspeita de mandar matar um vizinho protocolou, na tarde de terça-feira (16), na 2ª Vara Criminal do Rio de Janeiro, um pedido para que a prisão dela seja revogada ou seja determinada a prisão domiciliar da mulher. No documento, a defesa argumenta que ela está se recuperando de uma cirurgia e precisaria de cuidados médicos.

     "Priscilla passou pela remoção de um mioma recentemente e ainda está se recuperando da cirurgia. Inclusive tive a notícia de que teve um sangramento na prisão", disse ao G1 o advogado de defesa, Norley Thomaz Lauand.

     Ele também alegou que Priscilla é inocente e não tem nenhum envolvimento com a morte do empresário. “Quando crime aconteceu, ela já estava tratando da saúde. Além disso, vamos solicitar o cruzamento de dados da antena do celular para mostrar que ela não estava na região do crime”, detalhou.

Advogado reclama de arbitrariedades em prisão

     O advogado Charles Santolia, que defende Leonardo Lima da acusação de ter disparado contra Carlos Eduardo Monttechiari, diz que a prisão do suspeito foi feita de forma arbitrária.

     Ele diz que o depoimento do cliente foi colhido e filmado sem que ele estivesse presente, e que foi informado que Leonardo não queria advogado. Santolia afirmou, ainda, que o homem teria sido coagido a confessar o crime em vídeo.

     "Vou me reunir com a família do Leonardo e ver as medidas pertinentes para o caso, já que nem aos autos eu tive acesso. Até então, só sei o que a imprensa divulgou. Talvez entre com um pedido de revogação ou relaxamento da prisão, já que a mesma foi arbitrária", disse o advogado ao G1.

     Santolia disse que só teve acesso a Leonardo Lima já no meio da tarde de terça-feira (16), e que o homem estava muito nervoso por causa do depoimento e do modo como ele teria sido feito.

     Sobre as possíveis provas que ligam o seu cliente à cena do crime, ele também contesta. Diz que pela gravação não dá para "aferir se o homem da imagem é mesmo Leonardo". Segundo o advogado, as imagens não teriam sido periciadas.

Fonte: G1/RJ

     Diariamente vemos situações de conflitos nos condomínios entre moradores, síndicos e demais colaborades, para saber como lidar com situações de maneira eficaz recomendamos os links abaixo.
 
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Desafios na Gestão de Fornecedores

     Vai fazer aquela reforma ou adequações no condomínio onde administra e não sabe o caminho mais seguro para percorrer? Saiba que a direção do Condominial News se preocupa com você, por isso preparou um debate super dinâmico, especificando como devem ser as compras e contratações para que possa organizar seu ambiente de trabalho. Aliás, este é um item em que muitos gestores enfrentam problemas, principalmente na redução de custos, o que pode ser resultado de um mau planejamento na gestão de fornecedores.

     Como convidados do programa tivemos o idealizador do Portal Solicite e especialista em Inovações e Mercado Condominial, Edilson Cardoso;  a coordenadora da Campanha Rompendo Silêncio e Capacitar Condominial, Rusci Furtado e o jornalista Airton Roxo.

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Jornalista Lucas Veloso e o Especialista em Inovações e Mercado Condominial Edilson Cardoso.

     De acordo com Edilson Cardoso, a gestão de fornecedores, planejada com estratégia, viabiliza o uso dos recursos de maneira mais assertiva e também possibilita o poder maior de compra e com isso todos os condôminos serão beneficiados na valorização do seu imóvel. “Muitos gestores quando assumem o condomínio não se atentam, por isso é importante terem conhecimento de multigestão e várias especialidades”, ressalta. 

     Rusci Furtado também reforça o papel do planejamento para eficiência nas contratações e compras. Para ela, “ao fazermos as coisas de qualquer maneira há um impacto negativo”. A especialista aconselha que ao contratar um serviço dentro do condomínio, o síndico e a própria administradora precisam analisar qual o histórico deste fornecedor. “Nós brasileiros temos a mania de darmos um jeitinho. Ah, tenho um conhecido que faz mais barato, e o barato sai caro”, lembra. 

     A especialista destaca a internet como uma ferramenta eficiente para a busca de informações sobre as empresas e serviços que se pretende contratar, o que permite fazermos avaliação dos fornecedores. “O gestor precisa fazer três orçamentos, saber o que esta empresa representa, qual a atuação dela no mercado, assim como entrar em contato com clientes atendidos por ela, para saber se atinge as expectativas, além de avaliar a competência de entrega, prazos, precisa determinar o prazo necessário, alinhado com a necessidade do condomínio”, recomenda. 

     O jornalista Airton Roxo diz que milita na área condominial desde 1993, e de lá para cá vem acompanhando a evolução do mercado que, para ele, ainda apresenta informalidade, que pode gerar algumas relações promíscuas e este é um mal em todo o país. “Mas, naturalmente, que a qualificação destes prestadores de serviços vai melhorando a condição de prestar serviços nos condomínios”.

     Responsabilidades legais neste poder de compra

     Como representante legal do condomínio, o síndico é responsável direto pelas contratações e compras, quando se trata da manutenção do prédio, surge um desafio. Para Airton, o síndico tem que se antecipar para que as manutenções sejam preventivas, não corretivas, e um dos grandes gargalos é onde contratar, como buscar e com quem fazer o orçamento. “É um problema muito sério, o mercado não tem o hábito de ao fazer uma manutenção de médio porte, providenciar um memorial descritivo, para documentar toda necessidade e repassá-la para todas as empresas que participarão desta cotação. É preciso fazer um orçamento linear”, diz, reforçando ser importante o síndico fazer cinco orçamentos e, depois descartar o maior e menor preço, e deixar os três orçamentos centrais para apresentar nas assembleias, facilitando a tomada de decisões.

     Edilson Cardoso lembra que, hoje há vários sites especializados e com uma gama de informações de fornecedores seguros e confiáveis. Na Região Centro Oeste, cita o Portal Solicite solicite.net/, o qual foi criado por ele para atender este nicho e que possui uma equipe para fazer o levantamento dos fornecedores que são convidados a inserirem seus serviços, com o armazenamento das informações por categoria. “O Portal Solicite já faz este filtro, portanto, o síndico tem que entrar e solicitar o orçamento às empresas de seu interesse”.

     Rusci Furtado alerta para a avaliação do custo benefício na hora das cotações, levando em consideração a cultura do condomínio. “O síndico tem que gestionar todas as informações levantadas, fazer uma engrenagem para que não saia de maneira negativa”.

     Sobre esta questão do preço justo, Airton Roxo cita uma frase que considera reflexo do mercado. “Se você acha caro contratar um profissional, é porque não faz ideia quanto custa o incompetente. Às vezes, o incompetente está com o preço lá em cima, e o profissional com o valor lá embaixo. É difícil esta equação desde a escolha à tomada de preços, por isso exige um estudo minucioso”, finaliza. 

     Ao final do programa, Edilson Cardoso informou que na primeira quinzena de abril de 2021 será realizado o Capacitar Condominial, com abordagem deste e outros temas de interesse dos síndicos, gestores, zeladores, porteiros e que também será lançado um site próprio do instituto de ensino para disponibilizar todo material didático para os alunos.

     Acesse o programa na íntegra: https://www.youtube.com/watch?v=ZMSzmZUNhZ8

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      No Programa Multidisciplinar de Aperfeiçoamento e Especialização Profissional para Síndicos e Equipes de Condomínio Capacitar Condominial ajudamos síndicos, líderes e equipes de condomínios a aplicarem as melhores práticas e ferramentas para alavancar os resultados no trabalho e ampliar o desenvolvimento na carreira profissional.

 Imersão e Mentoria Para Líderes e Suas Equipes

      As Imersões e Mentorias do Capacitar Condominial são programas multidisciplinares de desenvolvimento para alcançar alta performance profissional, nos quais são abordados, técnicas e ferramentas utilizados pelos mais renomados especialistas do universo condominial que vivem na prática o que ensinam. 

      A Imersão foi desenvolvida para que em poucos meses, síndicos líderes e equipes de condomínio em posições estratégicas se atualizem nessas técnicas e consigam promover mudanças significativas em seus condomínios e na carreira profissional continuamente.

      Nossos Programas:

  • Gestão
  • Gerência
  • Zeladoria
  • Portaria

      Destinada a líderes e suas equipes com a competência de avançarem em posição estratégica, essa Imersão e Mentoria aborda os conceitos mais inovadores de cada área de atuação.

      Nosso objetivo é transformar a capacidade profissional ajudando os alunos a serem cada vez melhores profissionais não só no trabalho mais que cuidem continuadamente da sua carreira profissional.

      No Capacitar Condominial nossa missão é ajudar gestores e equipes de condomínio a inovarem e gerarem mais resultados.

      Se você é síndico quer aprender, se especializar e treinar a sua equipe com os melhores especialistas do país, entre em contato e conheça o conteúdo programático Multidisciplinar do Capacitar Condominial garanta a sua vaga e a de sua equipe agora mesmo.

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As Vagas São Limitadas!

      Corra e garanta já a sua vaga nos Cursos de Gestão, Gerência, Zelador e Porteiro de Condomínio, através dos telefones 62 99141-1003 e 62 3594-1790. O início das aulas está previsto para o próximo dia 21 de fevereiro. Esta é uma excelente oportunidade para você se atualizar e começar o ano com o pé direito e mais preparado para o exercício de suas atividades.

      Com carga horária de 30 horas, os Cursos são mais uma realização do Condominial News em parceria com o Capacitar Condominial, por meio do Programa Multidisciplinar de Aperfeiçoamento e Especialização, voltado para síndicos, zeladores, porteiros e equipes em geral. O objetivo do Programa Multidisciplinar é levar conhecimento de forma dinâmica, direcionada e assertiva. As aulas serão online via Aplicativo Zoom, incluindo exercícios práticos e teóricos, com apostilas, material didático e todo suporte que será dado por um time de primeira e altamente qualificado.

      Os participantes receberão orientações de especialistas que vivem na prática o que ensinam e serão acompanhados pelos professores que os estimulam a desenvolver competências relacionadas à Gestão Condominial.

Por Edilson Cardoso

CEO

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